Aimore
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Dionísio Codama é uma pessoa que desenha animais antropomórficos (animais com forma humana) de estilo cartunesco (tipo cartoon).
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[editar] Sobre ele
Começou as atividades com desenho de animais antropomórficos em 1968, criando um rato branco sem nome.
Com o tempo, passou a fazer estórias em quadrinhos. Usava caneta esferográfica e papel pautado.
Em 1975 parou de fazer esse tipo de arte, destruindo todos os personagens antropomórficos que ele criou, menos o rato branco.
O nome atual dele é Alkalin (Alcalino)
Em 1981, ressurgiu a vontade de fazer arte antropomórfica ao criar um coelho cinza e branco, sem nome.
Em 1982, passou a se chamar Aimoré, após ver o nome de uma empresa numa “duplicata” no banco em que trabalhava. Aimoré quer dizer mordedor em Tupi-Guarani, era um apelido para os Botocudos —uma tribo de índios ferozes e canibais, exterminados sem piedade. É um nome usado para designar certos tipos de peixe. E é um nome comercial de uma fábrica de biscoitos.
Nesse ano, Aimoré ficou todo cinza-chumbo; foi resolvido que seu traçado não seria copiado de ninguém; os backgrounds seriam cenas da realidade.
Os desenhos dele eram pura diversão (hobby), feitos com materiais simples. Qualquer pedaço de papel de rascunho, papel A4 comum, borracha plástica, lápis, caneta esferográfica e lápis de cor. Nenhuma tinta úmida.
Uma característica dos desenhos do Dionísio Aimoré é que todos os personagens usam roupas. Ele aprecia os detalhes nos desenhos que faz.
[editar] A primeira impressão é o que fica
Pergunta: “— Porque você desenha animais antropomórficos?”
Resposta direta: “— Porque desenhos de animaizinhos com feições humanas causam mais impacto que desenhos de humanos. Não preciso justificar qual tipo de raça humana está na imagem.”
Em 2001, ao pesquisar imagens de urso no Altavista, encontrou um cartoon de urso-anjo em uma galeria de arte chamada Yerf.
Foi uma surpresa ver que existiam pessoas gostando de desenhar animais tipo cartoon.
Pesquisando mais, achou um outro portal chamado VCL e resolveu entrar. Começa então, a segunda parte da história do Dionisio Coelho Aimoré.
[editar] Ser ou não ser, eis a questão
Atualmente, o autor possui seis domínios próprios utilizando o nome Aimoré.
A vantagem de ter domínios próprios é que não há exigências de limite quanto à apresentação do tamanho de imagens.
Aimoré tem belas imagens para serem mostradas, preferindo apresentá-las em tamanho gigantesco.
[editar] Link externo
O principal é neste link.
Está sendo colocado imagens com 300 dpi de resolução, imagens grandes.
Mais este, o VCL.
Mais este, o FurNation.